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Motelx 2017: "Boys in the Trees"

por Roni Nunes, Terça-feira, 26.09.17

Artigo originalmente postado em C7nema (http://www.c7nema.net/festival/item/47070-seis-noites-de-terror-docura-ou-travessura-na-terra-do-nunca.html)

 

Seis Noites de Terror: doçura ou travessura na terra-do-nunca

  • Publicado por  Roni Nunes

 

O homem das fabulosas imagens de “Santa Sangre” (exibido sábado) e “El Topo” (domingo), Alejandro Jodorowsky, estará no São Jorge para uma conversa – mediada pelo historiador, crítico e escritor Kim Newman.

Nem só de sessões de filmes vive o Motelx: outros brilhantes aventureiros dos anos 70 (Walerian Borowczyk e Jean Rollin) são temas de conversas com os autores de uma biografia do primeiro (Daniel Bird) e de um conjunto de ensaios sobre o segundo (Kier-La Janisse). Ambos conversam com o público.

Voltando às imagens em movimento, a noite de Halloween vira um rito de passagem para jovens de uma pequena cidade australiana em “Boys in the Trees”.

BOYS IN THE TREES

Richard Linklater encontra o Capucinho Vermelho; não é o último dia de aula (“Dazed and Confused”), mas é Halloween. Numa cidade pachorrenta do sul da Austrália adolescentes fazem diabruras; muitos lutam para não crescer, outros o fazem contra a vontade. Existem aqueles para os quais os caminhos poderão estar fechados; um homem de branco espera na entrada para o portal.

Repleto de anos 90, um coming-of-age devidamente nostálgico, onde as florestas coloridas, as ruas iluminadas e o argumento aproveitam todas as imagens do Halloween para um jornada pelo fantástico. Neste dia a infância acaba; um miúdo (Gully McGrath) que sofre de bullying conta histórias onde mistura fantasia com a realidade; outro (Tobi Wallace) ouve: não é completamente adulto, mas já não é criança. Para ambos a fantasia é a suprema forma de lidar com o inconfessável.

Longa-metragem de estreia do realizador Nicholas Verso. Deu trabalho juntar a ostensiva banda sonora: toda a ação fica mais fácil ao sabor de “Beautiful People” (Marylin Manson) ou “Engel” (Rammstein); no caso de Yoko Ono e Manson os pedidos foram feitos pessoalmente; a conterrânea de Verso, a cantora Wendy Rule, por seu lado, protagoniza aqueles momentos destinados a ficar na memória – o momento fúnebre surrealista onde canta com um gótico figurino a rigor.

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por Roni Nunes às 23:27

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Comentários recentes

  • Cleber Nunes

    Sem dúvida é um filme que me despertou interesse ...



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